Que sublime é essa descoberta que alimenta o conhecimento do passado entre terras e linhas, quando o presente é explicado com a bravura do empenho! Foi inesperada a novidade do caminho percorrido, mas admirável será a palavra do destino. A grandeza da história e dos legados que nos engrandecem cresceram no teu coração e na terra que as tuas mãos seguram, antes de serem partilhados com o mundo. Os projetos pessoais, o conhecimento e a tua paixão por algo do passado revolvem as terras à procura de respostas e de vestígios do conhecimento antigo. Uma descoberta maravilhosa aquece a alegria do peito neste dia de março. As páginas que não tinha visto, na ausência e no tempo desconhecido, revelaram-se no minuto da partilha com a grandiosidade que é merecida. A descoberta maravilhosa que hoje tirei da neblina aperta tudo o que fui conhecendo e, de alguma forma, deixei que se perdesse no tempo. Algures por aí fui pessoa com nomes conhecidos nos polegares e na ponta da caneta....
Mais uma hora. Cores de mar, de vegetação, cores de terra, tons mais leves junto a uma janela aberta para o sol. Tudo isso espevita as decisões de quem pinta e abana as decisões de quem observa. Continuamos a imaginar tudo isso embrulhado, sem um laço. Que sonolência essa de imaginar a tela habitada pela força do desconhecido, robusta no sentimento que lhe é entregue e calculada nos minutos dos prejuízos. O ímpeto de esbater as cores na tela para realçar a ideia que já ferve dentro do peito e que corre para um pedaço de surpresa que começa branco. Após algum tempo, supera o soufflé que está no forno. Só um pouco da arte de saber fazer, ou talvez de querer fazer sem preocupações. Sublime destreza que nos proporcionam as tintas. O hobby certo para as figuras inexperientes de exposição da alma. Certo é que nos entregamos na imagem que criámos, para nos envolver na necessária compaixão que as tintas arrebatam. Na nossa entrega somos transferidos para a construção da nossa ...
Quando procuramos o horizonte ali mais adiante, quando abrimos a nossa vontade de conhecer, encontramos pedaços da história em muitas chaminés antigas e muitos telhados envelhecidos pelo tempo que já passou. Contam a história das pessoas que abrigam do frio, aliviam o desconforto do inverno e protegem quem se esconde na sua privacidade. São tesouros. São relíquias da nossa história, são modernismos do nosso bem-estar que admiramos ao longe e pensamos no que nos podem contar. O nosso pensamento imagina tudo isso. São pintados e imaginados por tantos artistas plásticos: peças da liberdade, são marcas do tempo, contadores de histórias do passado e do presente; abrigam o nosso olhar, as nossas tradições, os nossos encantamentos. As subtilezas, o altruísmo presente em tantos pormenores, em que nos educamos, não são ilusões da nossa vivência. O nosso conhecimento é infindável e a nossa criatividade é um patamar em constante evolução. A objetividade do nosso olhar prec...
E nesse momento sou feliz!
ResponderEliminar(um pequeno teste nesta mudança de casa)