O que não sei
São muitas as palavras que oferecemos aos outros.
Não concordar com os outros é natural, é habitual e por vezes merecido. No entanto, as palavras que ouvimos são naturalmente diferentes das nossas. Os interesses que me acompanham são pouco satisfatórios, para quem passa diariamente, no mesmo passeio que eu. Compreensível. Contudo, o respeito e a educação dão sentido à nossa conduta, à nossa ambição e à nossa conversa. Muito mais acrescentaria, mas nada sei. Há tanta coisa que não sei.
Por vezes, penso que não sei nada. Terei de pensar sobre este assunto, mas alinhar as minhas ideias com os interesses de todos os outros vai ser pouco provável ou impossível. O caminho é muitas vezes oposto, mas percebemos quando nos pretendem picar com palavras, que são proferidas por pessoas amigas, para atingir uma meta qualquer, que não entendemos, de imediato. Evito essas palavras. Reconheço-as, muitas vezes, e sinto sempre que a inveja desse alguém, ou a ausência de qualquer coisa faz as pessoas dizerem algo, que mostra vontade de menosprezar e depreciar.
Ofereço sempre palavras aos outros, com educação e gentileza.
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