A arte. O sentir.
Sentir. Sentir a arte, se isso for possível.
Entrar numa galeria de arte ou num museu e respirar as diferentes maneiras de ser e de sentir, torna-nos curiosos. Respirar as inovações que nos apresentam e toda a magnificência do que observamos, torna-nos generosos.
Sinto-me privilegiada, sempre que entro num espaço de cultura e de arte. A dedicação pelos visitantes, o altruísmo e a qualidade não passam despercebidos. A arte toca-me profundamente, despertando emoções que são fundamentais, para o meu conhecimento e para o meu contentamento. Os dias dessas experiências individuais acrescentam uma sensação de brandura, que não sei definir. Direi apenas que existe e é sentida. Não olho para um quadro para criticar ou menosprezar. Admiro a intensidade de tanta beleza, sinto a grandeza da obra criada. Escolho as palavras pacificidade e admiração para o que observo.
Sinto uma sensação de agradecimento, sempre que olho para um quadro dos grandes mestres. Tenho as minhas preferências, mas a grandiosidade das obras faz-me acrescentar muitos nomes à lista preferida. Escrevo este texto, cheio de simplicidade, pensando em algumas das obras de arte, que acordam os dias de cada um. As escolhas, que nos fazem crescer, são pessoais e não merecem opiniões desfavoráveis. A arte e o sentir são mais importantes do que dias vazios, com palavras amargas.
A arte é apaziguadora, prende-me a um sentimento de agrado e a uma manifestação de alegria.
Hoje, nas horas vagas de sol, depois de escolher um canto de conforto, escrevo estas palavras sobre o meu sentir, em relação à arte figurativa e à arte abstrata.
Penso como será o sentir dos outros.
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